quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Frase final de Memórias Póstumas de Brás Cubas,1881

"Não tive filhos não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria."
Machado de Assis

domingo, 26 de junho de 2011

Quando éramos jovens


Eu conheço um lugar onde ninguém sabe seu nome
Eu conheço um lugar onde você pode beber a chuva
Um lugar onde os sonhos podem se tornar realidade em dezembro
Tudo que você precisa fazer é lembrar desses dias quando éramos jovens
 Quando as músicas foram desligadas

Eu sei que neste lugar podemos fingir
Sentar nas nuvens e céus e isto não  acabaria nunca
Eu acho que você não se lembra dos dias
Ao amanhecer, verões e invernos iriam desaparecer
Quando ninguém poderia estar errado
Basta ouvir esta música

Lembro-me quando subia a montanha mais alta
Quando foi realmente apenas uma colina,
Você se lembra como que se sentia
Quando o seu pai ia buscá-lo
E assustá-lo e voava através do ar
Nas noites frias em julho
Eu acho que você não se lembra

Agora o passar dos anos esses dias se foram
Nós crescemos rápido e tudo parece errado
Os dias simples tem ido com o ano
O que resta agora? Dor e lágrimas
Vou levá-lo de volta no tempo
A esse lugar eu ainda chamo meu

Lembre-se que vivíamos em castelos
Cantando rimas de criança
Palavra por palavra, linha por linha
Lembre-se de que sentávamos para ouvir e contarr histórias

De bonecas e princesas a procura de seu prícipe
Eu acho que você não se lembra

Desejo que se lembre

sábado, 21 de maio de 2011

Somente mais um coração quebrado, desesperado que luta para entender...
Dor que consome, que leva à outro lugares, que desfalece.
Quando,me pergunto quando irei descobrir.
Sono forçado, sobrevida, mascaras colocadas e é assim que
sigo...ninguém entende, e nunca írá entender. Mais um dia de
puro sofrimento e pesadelos acordados...assim se tornou minha"vida".

Regrets

Leve à sério quando lhe disserem para aproveitar enquanto há tempo.
É real, acontece e os arrependimentos podem corroer seus ossos e o
sofrimento pode levar-lhe a sentimentos de morte. Por que não falei,
apoiei, escutei, compartilhei mais...fui covarde, covarde sou e não posso
voltar atrás. Mais abraços, mais conversas, faria tudo intensamente.Ouviria
tudo. Quero ouvir suas histórias, e rir com você. Faremos isto.Lembranças...
suas conversas, gargalhadas, abrindo o portão para mim, seu beijo, seu abraço,
 seu afago. Meu protetor.Sinto~me frágil agora...quero te encontrar.

domingo, 17 de abril de 2011

E eis
que a casca se rompe;
e dentro,
um ser frágil
e trêmulo...
meio natimorto...
... ainda com os olhos cerrados
luta para
recuperar o fôlego 
da vida!...

DOR

                              Hoje molho a alma em lágrimas
Lamentando sua ausência
E não há analgésico que acalme
A dor de um coração em pranto



Saudades e lembranças alimentam
A sofreguidão de um abandono involuntário
E me prendem à anarquia mental
De uma lógica que não faz sentido... irracional.



O sangue que percorre minhas veias é negro
Tal qual nanquim onde mergulho em solidão
Escuridão que contamina... escurece
Esse órgão ávido que trago no peito: o coração!



Palavras são algemas cruéis
Que me atam à uma vida indesejada
E não há o que me liberte
Se não a bendita e amaldiçoada MORTE!